10/01/2017

D. Pedrp II.

10 de novembro de 2016 · A bandeira nacional brasileira tem entre as cores o verde e o amarelo pois a mãe de Pedro II do Brasil, a Imperatriz Leopoldina idealizou e costurou a primeira bandeira nacional sendo o verde a cor símbolo da casa real dos Bragança e o amarelo da casa real dos Habsburgo . Diferentemente como muitos pensam o verde não representa as matas e o amarelo não representa o ouro. Além disso seu pai Pedro I que compôs o nosso primeiro hino nacional que sofreu modificações ao longo da república. Quando D. Pedro II do Brasil subiu ao trono em 1840, 92% da população brasileira era analfabeta, em seu último ano de reinado em 1889, essa porcentagem era de 56%, devido ao seu grande incentivo a educação, a construção de Faculdades e principalmente de inúmeras Escolas que tinham como modelo o excelente Colégio Pedro II. Pedro II do Brasil é Patrono do Corpo de Bombeiros e da Astronomia. Em 1887, a média da temperatura na cidade do Rio de Janeiro era 24° no ano. No mesmo ano a máxima no verão carioca no mês de janeiro foi de 29°. A Imperatriz Teresa Cristina cozinhava as próprias refeições diárias da família imperial apenas com a ajuda de uma empregada (paga com o salário de Pedro II). Em 1871, a Imperatriz Teresa Cristina doou todas as suas joias pessoais para a causa abolicionista, deixando a elite furiosa com tal ousadia. No mesmo ano A Lei do Ventre Livre entrou em vigor, assinada por sua filha a Princesa Imperial Dona Isabel. (1880) O Brasil era a 4º Economia do Mundo e o 9º Maior Império da História. (1860-1889) A Média do Crescimento Econômico era de 8,81% ao Ano. (1880) Eram 14 Impostos, atualmente são 98. (1850-1889) A Média da Inflação era de 1,08% ao Ano. (1880) A Moeda Brasileira tinha o mesmo valor do Dólar e da Libra Esterlina. (1880) O Brasil tinha a Segunda Maior e Melhor Marinha do Mundo. Perdendo apenas para Inglaterra. (1860-1889) O Brasil foi o primeiro país da América Latina e o segundo no Mundo a ter ensino especial para deficientes auditivos e deficientes visuais. (1880) O Brasil foi o maior construtor de estradas de Ferro do Mundo, com mais de 26 mil Km. A imprensa era livre tanto para pregar o ideal republicano quanto para falar mal do nosso Imperador. "Diplomatas europeus e outros observadores estranhavam a liberdade dos jornais brasileiros" conta o historiador José Murilo de Carvalho. "Schreiner, ministro da Áustria, afirmou que o Imperador era atacado pessoalmente na imprensa de modo que 'causaria ao autor de tais artigos, em toda a Europa, até mesmo na Inglaterra, onde se tolera uma dose bastante forte de liberdade, um processo de alta traição'." Mesmo diante desses ataques, D. Pedro II se colocava contra a censura. "Imprensa se combate com imprensa", dizia. "Quanto às minhas opiniões políticas, tenho duas, uma impossível, outra realizada. A impossível é a república de Platão. A realizada é o sistema representativo [a Monarquia]. É sobretudo como brasileiro que me agrada esta última opinião, e eu peço aos deuses (também creio nos deuses) que afastem do Brasil o sistema republicano, porque esse dia seria o do nascimento da mais insolente aristocracia que o sol jamais alumiou" MACHADO DE ASSIS ESCRITOR E FUNDADOR DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS 1. A média nacional do salário dos professores estaduais de Ensino Fundamental em (1880) era de R$ 8.958,00 em valores atualizados. 2. Entre 1850 e 1890, o Rio de Janeiro era conhecido na Europa como “A Cidade Dos Pianos” devido ao enorme número de pianos em quase todos ambientes comerciais e domésticos. 3. O bairro mais caro do Rio de Janeiro, o Leblon, era um quilombo que cultivava camélias, flor símbolo da abolição, sendo sustentado pela Princesa Isabel. 4. O Maestro e Compositor Carlos Gomes, de “O Guarani” foi sustentado por Pedro II até atingir grande sucesso mundial. 5. Pedro II tinha o projeto da construção de um trem que ligasse diretamente a cidade do Rio de Janeiro a cidade de Niterói. O projeto em tramito até hoje nunca saiu do papel. 6. Pedro II mandou acabar com a guarda chamada Dragões da Independência por achar desperdício de dinheiro público. Com a república a guarda voltou a existir. 7. Em 1887, Pedro II recebeu os diplomas honorários de Botânica e Astronomia pela Universidade de Cambridge. 8. Descontruindo boatos, D. Pedro II e o Barão/Visconde de Mauá eram amigos e planejaram juntos o futuro dos escravos pós-abolição. Infelizmente com o golpe militar de 1889 os planos foram interrompidos. 9. Oficialmente, a primeira grande favela na cidade do Rio de Janeiro, data de 1893, 4 anos e meio após a Proclamação da República e cancelamento de ajuda aos ex-cativos. 10. D. Pedro II tinha 1,91m de altura, quando a média dos homens brasileiros era de 1,70m e mulheres 1,60m. 11. Na época do golpe militar de 1889, D. Pedro II tinha 90% de aprovação da população em geral. Por isso o golpe não teve participação popular. 12. José do Patrocínio organizou uma guarda especialmente para a proteção da Princesa Isabel, chamada “A Guarda Negra”. Devido a abolição e até mesmo antes na Lei do Ventre Livre , a princesa recebia diariamente ameaças contra sua vida e de seus filhos. As ameaças eram financiadas pelos grandes cafeicultores escravocratas. 1. O Paço Leopoldina localizava-se onde atualmente é o Jardim Zoológico 2. O Terreno onde fica o Estádio do Maracanã pertencia ao Duque de Saxe, esposo da Princesa Leopoldina. 3. Santos Dumont almoçava 3 vezes por semana na casa da Princesa Isabel em Paris. 4. A ideia do Cristo na montanha do corcovado partiu da Princesa Isabel. 5. A família imperial não tinha escravos. Todos os negros eram alforriados e assalariados, em todos imóveis da família. 6. D. Pedro II tentou ao parlamento a abolição da escravatura desde 1848. Uma luta contra os poderosos fazendeiros por 40 anos. 7. D. Pedro II falava 23 idiomas, sendo que 17 era fluente. 8. A primeira tradução do clássico árabe “Mil e uma noites” foi feita por D. Pedro II, do árabe arcaico para o português do Brasil. 9. D. Pedro II doava 50% de sua dotação anual para instituições de caridade e incentivos para educação com ênfase nas ciências e artes. 10. D. Pedro Augusto Saxe-Coburgo era fã assumido de Chiquinha Gonzaga. 11. Princesa Isabel recebia com bastante frequência amigos negros em seu palácio em Laranjeiras para saraus e pequenas festas. Um verdadeiro escândalo para época. 12. Na casa de veraneio em Petrópolis, Princesa Isabel ajudava a esconder escravos fugidos e arrecadava numerários para alforriá-los. 13. Os pequenos filhos da Princesa Isabel possuíam um jornalzinho que circulava em Petrópolis, um jornal totalmente abolicionista. 14. D. Pedro II recebeu 14 mil votos na Filadélfia para a eleição Presidencial, devido sua popularidade, na época os eleitores podiam votar em qualquer pessoa nas eleições. 15. Uma senhora milionária do sul, inconformada com a derrota na guerra civil americana, propôs a Pedro II anexar o sul dos Estados Unidos ao Brasil, ele respondeu literalmente com dois “Never!” bem enfáticos. 16. Pedro II fez um empréstimo pessoal a um banco europeu para comprar a fazenda que abrange hoje o Parque Nacional da Tijuca. Em uma época que ninguém pensava em ecologia ou desmatamento, Pedro II mandou reflorestar toda a grande fazenda de café com mata atlântica nativa. 17. A mídia ridicularizava a figura de Pedro II por usar roupas extremamente simples, e o descaso no cuidado e manutenção dos palácios da Quinta da Boa Vista e Petrópolis. Pedro II não admitia tirar dinheiro do governo para tais futilidades. Alvo de charges quase diárias nos jornais, mantinha a total liberdade de expressão e nenhuma censura. 18. Thomas Edison, Pasteur e Graham Bell fizeram teses em homenagem a Pedro II. 19. Pedro II acreditava em Allan Kardec e Dr. Freud, confiando o tratamento de seu neto Pedro Augusto. Os resultados foram excelentes deixando Pedro Augusto sem nenhum surto por anos. 20. D. Pedro II andava pelas ruas de Paris em seu exilio sempre com um saco de veludo ao bolso com um pouco de areia da praia de Copacabana. Foi enterrado com ele. A Princesa Isabel já em seu exilio em 1904 foi perguntada por que a família raramente usava as joias Imperiais no Brasil. Princesa Isabel respondeu que tanto ela como sua mãe, sabia que aquelas joias não as pertenciam. Que poderiam usar a qualquer hora em qualquer ocasião, mas raramente enxergavam motivos para usa-las. “Ainda mais se tratando de adornos grandes, pesados e de extrema “arrogância” com nosso povo”. Em Particular a Imperatriz Teresa Cristina sempre foi alvo de jornais e nobres da época por sua simplicidade e falta de capricho em seus trajes e adornos. Sempre muito discreta, só usava suas joias de cunho pessoal, nunca usou as joias do cofre Imperial, as tais “joias da coroa”. A mídia zombava de uma Imperatriz que se vestia como uma senhora de classe média. A maioria das joias particulares de família foram leiloadas e outras roubadas pelos militares dias após o Golpe de 1889. Já as joias Imperiais foram totalmente saqueadas pelos militares. Fonte: Biblioteca Nacional RJ, IMS RJ, Diário de Pedro II, Acervo Museu Imperial de Petrópolis RJ, IHGB, FGV, Museu Nacional RJ, Bibliografia de José Murilo de Carvalho.

15/11/2014

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22/08/2014

17/05/2012

Obras raras no Museu Nacional?UFRJ.

Bem vindo à página da Biblioteca Digital do Museu Nacional, UFRJ.

Esta página é fruto do projeto "Implantação do laboratório de digitalização, edição e disponibilização em meio eletrônico de In-Fólios e Obras Raras do Museu Nacional/UFRJ", coordenado pelo Prof. Dr. Sergio Azevedo e financiado pela FINEP (Nº 3111/04).

O objetivo do projeto é digitalizar e disponibilizar via internet o acervo de obras raras da Biblioteca do Museu Nacional, UFRJ. Essas coleções formam um patrimônio de referência indiscutível nas áreas de ciências naturais e antropológicas. Veja algumas fotos do processo de digitalização na página da equipe.

A reprodução em meio digital do primeiro volume dos Arquivos do Museu Nacional, publicado em 1876, foi o ponto de partida para a difusão do conteúdo do acervo raro para a comunidade científica e para o público em geral.

Os arquivos podem ser baixados através desta página e suas versões em altíssima resolução estão disponíveis para acesso em terminais da Biblioteca do Museu Nacional, UFRJ.

As informações acerca das obras são apresentadas na forma de Metadados utilizando o padrão Dublin Core com pequenas modificações. Vá até a página de dúvidas frequentes para saber mais sobre esses e outros assuntos relacionados.

03/03/2012

O Rio De Janeiro em miniatura

Este video chegou na semana passada um filmete de seis minutos que mostra o rio capturado pela técnica do tiltshift - que faz com que tudo pareça miniatura, assinado por Keith Loutit (australiano) e Jarbas Agnelli(paulista), muito lindo.

28/08/2011

A Pobreza e suas consequencias.

Embora em algumas de suas ocorrências, especialmente na zona rural, esteja confinada a bolsões invisíveis aos olhos dos brasileiros mais bem posicionados na escala social, a miséria é onipresente. Nas grandes cidades, com aterrorizante freqüência, ela atravessa o fosso social profundo e se manifesta de forma violenta. A mais assustadora dessas manifestações é a criminalidade, que, se não tem na pobreza sua única causa, certamente em razão dela tornou disseminada e cruel. Explicar a resistência da pobreza extrema entre milhões de habitantes não é uma empreitada simples; entretanto, é ainda mais valiosa se for desapegada de ideologias mistificadoras e das falsas soluções radicais que elas propõem.

O Brasil é o mais rico entre os países com maior número de pessoas miseráveis. Isso torna inexplicável a pobreza extrema de 23 milhões de brasileiros, mas mostra que o problema pode ser atacado com sucesso.

Metade dos miseráveis brasileiros vive no Nordeste, geralmente na zona rural de cidades muito pequenas. Nesses bolsões de pobreza assolados pela seca endêmica, falta comida e não há trabalho para todo mundo. Em muitos casos, a única fonte de rendimento das famílias provém da venda de ossos aos comerciantes que usam o "produto" como matéria-prima de ração para animais. Miséria é palavra de significado impreciso, como de resto a maior parte dos termos que se referem à camada menos favorecida da sociedade. O que exatamente quer dizer "pobreza" ou "indigência"? Como identificar um pobre? Como ter certeza de que existem 14,5% de miseráveis, e não 10% ou 20%? Não haveria subjetividade demais nas estatísticas? Em geral, cada um percebe a miséria por sua experiência pessoal. Será que a pobreza, tal qual a beleza, está nos olhos de quem a vê? Para efeito estatístico, no entanto, os estudiosos chegaram a uma definição quase matemática sobre o que são miséria e pobreza. Conseguiram estabelecer duas grandes linhas. Uma delas é a linha de pobreza, abaixo da qual estão as pessoas cuja renda não é suficiente para cobrir os custos mínimos de manutenção da vida humana: alimentação, moradia, transporte e vestuário. Isso num cenário em que educação e saúde são fornecidas de graça pelo governo. Outra é a linha da miséria (ou de indigência), que determina quem não consegue ganhar o bastante para garantir aquela que é a mais básica das necessidades: a alimentação. No Brasil, há 53 milhões de pessoas abaixo da linha da pobreza. Destas, 30 milhões vivem entre a linha de pobreza e acima da linha da miséria. Cerca de 23 milhões estariam na situação que se define como indigência ou miséria. Para melhorar este quadro é necessário dar prioridade às crianças. Os menores de idade representam quase a metade do universo de miseráveis brasileiros. Daí por que é importante priorizar os programas sociais para os jovens, pois a parcela de até 15 anos de idade representam 45% do total. Não há como fugir da realidade: o esforço governamental, através de programas sociais deve se concentrar neles, as ONGs e a sociedade em geral também. Só assim conseguiremos destituir a miséria inercial que nos acompanha a séculos

09/07/2011

Oficializados os antigos estrageiros.

Finalmente, há um basta na indiferença! Os estrangeiros K, W e Y são oficializados cidadãos brasileiros através de nossa língua!

Mas quem disse que eles já não faziam parte do idioma há muito tempo? Afinal, o impetuoso latim já mantinha certas relações, apesar de nada cordiais, com o discreto grego. Apesar disso, a língua que deu origem ao inglês, alemão e francês conseguiu infiltrar-se no ocidente. Mas enfim, a soberania latina não concedeu mais espaço à grafia advinda desta outra língua-mãe, até agora!

Então, ker dizer ky agora poderemos escrever com “c” ou “q” ou “k” que será a mesma coisa ow então “i’ e “y” ow “u” e “w”? Definitivamente, não!

Na verdade, as três letras estão oficialmente em nosso alfabeto, mas restritas ao uso nos casos que existem atualmente:

• Em nomes próprios de pessoas e derivados: Franklin, Kant, byroniano, Taylor, etc.
• Em símbolos, abreviaturas, siglas e em palavras que foram adotadas como unidades de medida internacionais: km (quilômetro), K (potássio), W (watt), kW (kilowatt), www (world wide web)

Quanto às palavras estrangeiras já incorporadas no nosso idioma, como: show, download, sexy, shampoo, lan house, etc., o novo acordo não deixa nada especificado, contudo, é bom verificar no dicionário se tais termos foram normatizados na língua. Por exemplo: a palavra “shampoo” já possui correspondente brasileira “xampu”, agora, o vocábulo “show” encontra-se nessa mesma grafia e significa espetáculo de teatro, música.

Seria muita hipocrisia ter estampado nas propagandas em placas, quer dizer, out-doors e nas televisivas, em nomes de salões de beleza, “Beauty hair”, ou de lojas de materiais para carro, “Car express” e não darmos as boas vindas ao nosso estrangeirismo! Não vamos mais torcer o nariz para o k, w e y! Ora, eles não têm culpa de sermos tão hospitaleiros, afinal, não incorporamos só letras em nossa linguagem, mas palavras inteiras!

20/05/2011

O que esperamos da educaçãao escolar

A História da Educação Brasileira não é uma História difícil de ser estudada e compreendida. Ela evolui em rupturas marcantes e fáceis de serem observadas.
A primeira grande ruptura travou-se com a chegada mesmo dos portugueses ao território do Novo Mundo. Não podemos deixar de reconhecer que os portugueses trouxeram um padrão de educação próprio da Europa, o que não quer dizer que as populações que por aqui viviam já não possuíam características próprias de se fazer educação. E convém ressaltar que a educação que se praticava entre as populações indígenas não tinha as marcas repressivas do modelo educacional europeu.
Num programa de entrevista na televisão o indigenísta Orlando Villas Boas contou um fato observado por ele numa aldeia Xavante que retrata bem a característica educacional entre os índios: Orlando observava uma mulher que fazia alguns potes de barro. Assim que a mulher terminava um pote seu filho, que estava ao lado dela, pegava o pote pronto e o jogava ao chão quebrando. Imediatamente ela iniciava outro e, novamente, assim que estava pronto, seu filho repetia o mesmo ato e o jogava no chão. Esta cena se repetiu por sete potes até que Orlando não se conteve e se aproximou da mulher Xavante e perguntou por que ela deixava o menino quebrar o trabalho que ela havia acabado de terminar. No que a mulher índia respondeu: "- Porque ele quer."
Podemos também obter algumas noções de como era feita a educação entre os índios na série Xingu, produzida pela extinta Rede Manchete de Televisão. Neste seriado podemos ver crianças indígenas subindo nas estruturas de madeira das construções das ocas, numa altura inconcebivelmente alta.
Quando os jesuítas chegaram por aqui eles não trouxeram somente a moral, os costumes e a religiosidade européia; trouxeram também os métodos pedagógicos.
Este método funcionou absoluto durante 210 anos, de 1549 a 1759, quando uma nova ruptura marca a História da Educação no Brasil: a expulsão dos jesuítas por Marquês de Pombal. Se existia alguma coisa muito bem estruturada em termos de educação o que se viu a seguir foi o mais absoluto caos. Tentou-se as aulas régias, o subsídio literário, mas o caos continuou até que a Família Real, fugindo de Napoleão na Europa, resolve transferir o Reino para o Novo Mundo.
Na verdade não se conseguiu implantar um sistema educacional nas terras brasileiras, mas a vinda da Família Real permitiu uma nova ruptura com a situação anterior. Para preparar terreno para sua estadia no Brasil D. João VI abriu Academias Militares, Escolas de Direito e Medicina, a Biblioteca Real, o Jardim Botânico e, sua iniciativa mais marcante em termos de mudança, a Imprensa Régia. Segundo alguns autores o Brasil foi finalmente "descoberto" e a nossa História passou a ter uma complexidade maior.
A educação, no entanto, continuou a ter uma importância secundária. Basta ver que enquanto nas colônias espanholas já existiam muitas universidades, sendo que em 1538 já existia a Universidade de São Domingos e em 1551 a do México e a de Lima, a nossa primeira Universidade só surgiu em 1934, em São Paulo.
Por todo o Império, incluindo D. João VI, D. Pedro I e D. Pedro II, pouco se fez pela educação brasileira e muitos reclamavam de sua qualidade ruim. Com a Proclamação da República tentou-se várias reformas que pudessem dar uma nova guinada, mas se observarmos bem, a educação brasileira não sofreu uma processo de evolução que pudesse ser considerado marcante ou significativo em termos de modelo.
Até os dias de hoje muito tem se mexido no planejamento educacional, mas a educação continua a ter as mesmas características impostas em todos os países do mundo, que é a de manter o "status quo" para aqueles que freqüentam os bancos escolares.
Concluindo podemos dizer que a Educação Brasileira tem um princípio, meio e fim bem demarcado e facilmente observável. E é isso que tentamos passar nesta Home Page

09/07/2010

Seu nome é ZIRALDO.


Ziraldo homenageia Vasco em quadrinhos
Depois de produzir Todo-Poderoso Timão em Quadrinhos, em homenagem ao Corinthians, e O Mais Querido do Brasil em Quadrinhos, em homenagem ao Flamengo, Ziraldo, o criador do Menino Maluquinho, lança mais outros dois álbuns em quadrinhos sobre os maiores clubes do Brasil: Verdão – O Campeão do Século, sobre o Palmeiras, e Vascão – O Gigante da Colina, em homenagem ao Vasco da Gama. Os lançamentos são da Editora Globo.
Em Vascão – O Gigante da Colina em Quadrinhos, o leitor acompanha as grandes partidas, os grandes esquadrões e a história de alguns dos maiores craques que vestiram a camisa cruzmaltina nos muitos títulos cariocas, brasileiros e na conquista da Libertadores da América

26/05/2010

Parafraseando.


A invenção das raças: existem mesmo raças humanas? D

Resumo escrito:IngridMarise
Sempre há um tom de dúvidas e preconceito quando o assunto é “raças humanas”, contudo pensar em tal terma e um tanto que equivoco da parte daquele que tentar afirmar que existam sim raças humanas.

Somos todos diferentes, seja culturalmente, socialmente, geneticamente, ideologicamente e entre outros, porém somos todos iguais em questão de classificação, não somos com as varias espécies de aves, que a primeira vista são todas aves, mas se diferenciam em raças, conosco seres humanos não é assim, há uma característica que possa nos diferenciar de ser humano.

O que se torna mais latente em nossa sociedade e a banalização do preconceito, ainda existe muito preconceito com relação à religião, cor de pele, traços genéticos, como se isto fosse referencia para a marginalização de um individuo.

O grande exemplo que podemos utilizar é o Continente Africano, durante muito tempo foi alvo de preconceito, as brigas internas desse Continente o levaram as vender seus iguais, a religião sempre muito perseguida e o ponto chave a cor da pele.

Nos como professores temos que quebrar essas barreiras e mostra que o diferente entre nos e o nosso jeito de pensar e agir e não a cor da pele ou outra coisa qualquer. E como diz Alexander Langer: “quando não somos capazes de abolir as fronteiras, precisamos pelo menos torná-las o mais permeáveis possível.” Ou seja, ao menos tentar entender o outro e fazer com que esses detalhes de pele, língua, seja somente uma questão de ponto de vista e que não os invalidas de ter o seu local e seu modo se pensar e agir barrados por ignorância e falta de respeito dos demais.

A invenção das raças: existem mesmo raças humanas?

08/09/2009

INTERNET: Será amiga da educação?


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A Iternet é, muitas das vezes, vista como inimiga da educação, sendo tratada como um ambiente descontrolado onde sobra material pornográfico, inutilidade varias e artigos de cultura inúteis.
É nesse momento que o educador entra em cena. Mostrando caminhos e abrindo alvos certos para o bom aproveitamento do aluno ligado na internet.Quanto ao adolescente, muito do que eles sabem sobre a grande rede foi aprendido de forma autodidata, e muito deste aprendizado não esta focado na qualidade, mas na facilidade. Um exemplo claro é o números de trabalhos feitos na base do "copia e cole"O importante é deixar claro que a Internet só é fonte de conhecimento quando o usuário sabe o que procurar. Não podemos esperar que um jovem de 8 anos prefira o site da TV escola aos jogos de games; é função dos pais e educadores mostrar que páginas educativas podem ser divertida e aprimorar o aprendizado. Pais e educadores não se deixem levar pela indolência deixando que o seu aluno ou filho desagregue a sua formação clicando em sites que não tem conteudo para a intelectualidade minima e necessaria a formatação de uma criança.
Esta postagem tem inpiração no texto para a Revista Educar da APAI:
Eduardo Shinyashiki, consultor e palestrante e diretor da Sociedade Cre Ser -
www.edushin.com.br

A DESAGREGAÇÃO LEVA A DEFORMAÇÃO